Ao colocar minha cabeça no travesseiro, as conversas que tive são tão palpáveis quanto o vento.
Ao fechar meus olhos, não sou mais profissional, filho ou estudante.
Ao reabrir meus olhos me vejo como mais um ser cansado.
Ao fechar novamente os olhos eu busco o descanso momentâneo.
Ao acordar, tudo, inclusive a minha cura, fica embaçado.
sábado, 26 de junho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário